06/04/2017

Tendências: o que sobe, o que encurta e o que desce.

A pergunta "o que se usa esta estação?" deixou de fazer sentido, pelo menos, por agora, e as origens e os destinos do que se usa são de tal maneira variados que responder que se usa tudo não deixa de ser verdade. Está tudo atirado para a arena, nada é excluído e a palavra chave é inclusão.
Tecido escocês convive com botins bicudos transportados dos anos 90 do século passado que  pacificamente coabitam com o "must have" dos sapatos sixties de corte quadrado à frente, de meio salto, de que a Gucci e a Chanel são um magnífico exemplo. Encontra-se o melhor estilo "beauty lady" imortalizado por mulheres como a Jacqueline Kennedy ou a Audrey Hepburn (e de que a Melanie Trump é hoje uma protagonista irrepreensível) a conviver com o grunge e roqueiro saído dos anos 90 do século passado, as exuberâncias do "disco sound" ou os excessos do Studio 54 dos memoráveis anos 70 de Nova Iorque. Tudo é mesmo tudo.
Para a história, as novidades têm mais a ver com o que desce e com o que sobre.
Descem: as saias.
Sobem: as calças. Estas num duplo sentido: sobem na cintura e sobem na altura.
Isto significa, claro, que se continuam a usar as pantalonas a tocar o chão, as skinnys de cintura descaída e as saias mais curtas.
Confuso? Nada.
Pense só no que é em termos de fonte de inspiração, a libertação que é ir buscar o que lhe apetece e de, em cada dia, usar exactamente aquilo que quer, para o que está inclinada.
Quanto a cores: é muito simples. Pense na natureza e se aí, algures, encontrar a mistura de cores: estará a acertar com toda a segurança.
Aqui está uma moda muito boa. Amiga da mulher. A palavra certa? Eu diria "empowerment". Em todos os sentidos. E isso só pode ser bom.

Desfrute deste eleição, inspiração em puro estado:



Chanel


Akris

Bottega Venneta





Hermés






















Prada:















2 comentários:

Isabel Alexandre disse...

Excelente síntese. Adoro! um beijo

Maria disse...

Obrigada querida Isabel! Até logo!!!